sábado, 16 de julho de 2016

Mais um da série músicas pra pensar


A música Sympathy, de 1970, é da banda inglesa de rock progressivo Rare Bird.



And when you climb into your bed tonight
And when you lock and bolt the door
Just think of those out in the cold and dark
'Cause there's not enough love to go 'round

And sympathy is what we need my friend
And sympathy is what we need
And sympathy is what we need my friend
'Cause there's not enough love to go 'round
No, there's not enough love to go 'round

Now half the world hates the other half
And half the world has all the food
And half the world lies down and quietly starves
'Cause there's not enough love to go 'round

And sympathy is what we need my friend
And sympathy is what we need
And sympathy is what we need my friend
'Cause there's not enough love to go 'round
No, there's not enough love to go 'round...


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Incômodos

Recentemente li uma reportagem no jornal sobre moradores de rua e o problema causado a lojistas e transeuntes por ocuparem as marquises e fazerem dali sua casa e o pedido da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) para a remoção dos moradores, à força, se necessário. Você pode ler a reportagem aqui http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/situacao-de-moradores-de-rua-em-curitiba-chegou-ao-limite-diz-acp-8gzo58c67i7vkufwtqrom1u5s

Olhando pelo lado de lojistas e pedestres realmente é incômodo, pois muitas vezes você quer se proteger da chuva e lá estão os colchões estendidos, moradores de rua dormindo, alguns anestesiados pela bebida ou droga, sem tomar conhecimento do clima ou do movimento. Se sentir incomodado com o cheiro de urina pelo caminho, acuado quando abordado...


A prefeitura em nota oficial diz que a medida contraria a Constituição Federal e os direitos humanos, de acordo com tratados internacionais e que através da Fundação de Ação Social faz abordagem dos moradores procurando convencê-los a ir para abrigos.

Pois bem, será que todos esses que reclamam em algum momento pararam para se questionar o porquê dessas pessoas terem "optado" por viver nas ruas?
O que tem feito para retirar essas pessoas da rua?
Alguma atitude que não seja remover degraus, coberturas, colocação de grades ou ponteiras para que procurem outro lugar e assim o problema passa a ser do vizinho?

Você lê os comentários no site do jornal e em mídias sociais e muitos deles, senão a maioria, exigindo a remoção, que só fazem sujeira, que afugentam clientes, que só atrapalham, que prejudicam o direito de ir e vir da população, que devem ser tirados a força, presos, entre outros mais raivosos. Mas ninguém é capaz de dar uma sugestão sequer que possa levá-los de volta à vida normal.
Talvez pensem que não há problema se o problema for escondido bem longe da vista de todos; o "se não é visto, não é lembrado".
Começo a achar que estamos perdendo o lado humano...

"Numa noite normal com o passado largado da memória, um homem reencontra, no lugar a que chama casa, lembranças de um tempo que viveu.
Fragmentos de pura felicidade e instantes de sublime partilha, surgem como apontamentos de esperança de um presente que não voltará a ser o mesmo."


-- Paulo Fernandes



domingo, 26 de julho de 2015

3a Etapa SMELJ


Após muito tempo sem escrever nada, reativando o Blog...

Esta é a terceira corrida que participo.
Fiz as duas etapas anteriores do Circuito Adulto de Corridas de Rua de Curitiba, organizado pela SMELJ.
Recomecei os treinos no final de 2014, mas por enquanto nada em ritmo "profissional"; apenas acostumando o corpo com a distância novamente.


As dificuldades atuais
De vez em quando surge uma azia durante a prova bastante incômoda. Provavelmente devido a alimentação pré-prova.
Uma pinçada na lateral do joelho direito que faz com que perca sustentação nesta perna por alguns instantes.


 As Provas

A primeira etapa foi no dia 22/03/2015, no Bacacheri. Percurso com algumas subidas mais longas, saindo da Igreja Batista do Bacacheri. Esta etapa foi chamada de Enzo Day, pela qual os atletas foram convidados a participar de uma campanha para doação de medula óssea.
Como foi a primeira prova depois de 4 anos parado, senti bastante o fôlego...e as pernas...e a azia...
Próximo ao final tive que caminhar um bom trecho devido a dor na lateral do joelho direito.
Temperatura: "de gelar os ossos"
Consegui finalizar em 57min18s (Tempo Líquido).




A segunda etapa foi no dia 14/06/2015, no Jardim das Américas, com largada do Centro Politécnico da UFPR. Esta etapa foi em prol da Campanha Doe Sangue Pelo Esporte.
Também com algumas subidas mais fortes. Em comparação com a primeira etapa esta tinha mais subidas. Fui num ritmo mais ou menos confortável até o Km 5 e depois acelerei um pouco. Faltando uns 100-200 metros ainda tentei acelerar, aproveitando o embalo da descida, mas logo em seguida tinha uma subidinha e o cansaço já estava pegando. Só restou reduzir a velocidade e levar até a chegada.
Temperatura agradável.
Finalizei em 59min15s (Tempo Líquido)


E por fim a terceira etapa hoje (26/07/2015) em prol da Campanha Doe Calor, realizada pela Fundação de Ação Social de Curitiba para arrecadação de agasalhos.
Largada do 3 Marias Clube de Campo no bairro São Braz.
Temperatura na faixa dos 9ºC, mas uma névoa úmida deixava com sensação térmica de bem menos.
Muito sobe e desce. Acho que é a prova com maior quantidade de subidas. Tinha de todo o tipo, das mais longas às mais curtas e um pouco íngremes.
Já nos primeiros quilômetros a azia se fez presente. É muito ruim correr com essa queimação.
Fui num ritmo mais ou menos tranquilo com a intenção de puxar mais para o meio da prova. Não deu! Com tanto sobe e desce as pernas já estavam cansadas e aliado à queimação só restou "ir levando". Um pouco antes do último posto de hidratação - acho que no Km 8 - tive que caminhar um bom trecho devido a essa queimação no estômago.
A lateral do joelho direito também estava doendo então foi na base do corre-caminha-para-corre...
Concluí a prova em 59min44s.




quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Reflexões

De vez em quando encontramos uma música cuja letra fica na memória e até incomoda um pouco.
Às vezes ela traz à tona a realidade que muitas vezes ignoramos não intencionalmente, mas "por fazer parte da paisagem". Nos acostumamos com certas cenas do cotidiano que na pressa e nas preocupações do dia a dia nem percebemos mais. É só mais uma imagem que visualizamos e não processamos.
Incomoda porque não podemos fazer muito para mudar essa realidade.




Have you seen the old man in the closed down market
Kicking up the papers with his worn out shoes?
In his eyes you see no pride, hand held loosely at his side –
Yesterday's papers telling yesterday's news

So how can you tell me you're lonely
And say for you that the sun don't shine

Let me take you by the hand
And lead you through the streets of London
I'll show you something
To make you change your mind

Have you seen the old girl who walks the streets of London
Dirt in her hair and her clothes in rags?
She's no time for talking, she just keeps right on walking
Carrying her home in two carrier bags

In the all night café at a quarter past eleven
Same old man sitting there on his own
Looking at the world over the rim of his teacup
Each tea lasts an hour, and he wanders home alone

Have you seen the old man outside the seaman's mission
Memory fading with the metal ribbons that he wears?
In our winter city the rain cries a little pity
For one more forgotten hero and a world that doesn't care

(Streets of London - Ralph McTell)

sábado, 7 de dezembro de 2013

O Eterno Recomeço II

Bom, ainda não consegui recomeçar.
Quem sabe agora nas férias dá para fazer umas corridas leves do trabalho pra casa ou nos finais de semana.
Mas ao que tudo indica, retorno pra valer só quando me formar.
Até lá, vamos mantendo a inspiração.



Sonhar é sair pela janela da liberdade,
é vaguear pelos caminhos
proibidos ou não.
É, sem ter um rumo qualquer,
ter um alvo a perseguir:
a felicidade.

Sonhar é não limitar-se a limites
sejam eles quais forem,
impostos ou não.
É fazer do impossível o possível
quando e como quiser o coração.

(...)

Sonhar é sair...
É vaguear...
É não ter rumo.
É ter um alvo.
É não limitar-se.
É fazer...
É sentir...
É amar...
É ser amado...
É ter esperança...
É viver!

(Telmo Deifeld - http://www.lmc.ep.usp.br/people/tdeifeld/poesias/sonhar.html)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O Eterno Recomeço

Todo ano as férias da faculdade são a tentativa de recomeço. No ínício de 2012 tentei, mas depois de uns 3 dias de recomeço quando voltava do trabalho para casa correndo, enrosquei o pé numa dessas fitas de amarrar caixa e lá fui eu megulhar na calçada. Joelho ralado, mais de uma semana dolorido da pancada e no fim nem treinei mais.
No último final de semana novamente recomecei os treinos. Ritmo bastante leve, distância curta. Corri apenas 2,3 Km na base do trote pra ver como o corpo responderia depois de praticamente 2 anos longe dos treinos e provas. O joelho já reclamou um pouco.
Este ano tentarei treinar durante o horário de almoço e também conciliar com a academia.

sábado, 23 de abril de 2011

Tênis da corrida pode ficar ainda mais caro a partir de julho

Aquela velha frase que diz: para correr basta um par de tênis, começa a virar piada.
Os tênis mais avançados já estão na casa dos quinhentos e poucos reais...
Em breve ficaremos na dúvida entre escolher uma jóia ou um tênis, com os preços se assemelhando cada vez mais.

Notícia da Revista Veja:

Após sobretaxar sapatos fabricados na China, governo estuda estender a medida para importações do Vietnã, Malásia, Indonésia e Hong Kong. Quem paga o preço? O consumidor, claro

(...) Com o produto da China, isso já ocorre. Além dos 35% de imposto de importação – a alíquota máxima permitida pela Organização Mundial de Comércio (OMC) –, é cobrada sobre cada par que vem de lá uma sobretaxa de 13,85 dólares. A medida afeta todos os tipos de calçado, com pouquíssimas exceções para itens específicos, como produtos para prática de esqui e surfe na neve e para uso médico-hospitalar, entre outros.



Leia a reportagem completa em http://veja.abril.com.br/noticia/economia/tenis-da-corrida-pode-ficar-ainda-mais-caro-a-partir-de-julho